Festival de Brasília anuncia filmes selecionados da 50ª edição

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    Daniel Ferreira/Metrópoles

    O Festival de Brasília de 2017 anunciou nesta segunda (7/8) os filmes selecionados da 50ª edição, marcada para acontecer de 15 a 24 de setembro, no Cine Brasília. Um dos nove longas da mostra competitiva é “Era uma Vez Brasília”, do ceilandense Adirley Queirós. Ele volta a competir três anos após vencer o Candango por “Branco Sai, Preto Fica”.

    Dos 21 selecionados (nove longas e doze curtas), nove são dirigidos por cineastas mulheres. Julia Murat (“Pendular”), Juliana Rojas (“A Passagem do Cometa”), Daniela Thomas (“Vazante”) e Dácia Ibiapina (“Carneiro de Ouro”) se destacam no certame.

    Em 15 de agosto, a direção do festival divulgará os filmes das mostras paralelas 50 Anos em 5 (Dias) e Futuro Brasil, sessões hors concours e longas de abertura e encerramento.

    Nelson Pereira dos Santos será o homenageado da 50ª edição e receberá da direção do festival a medalha Paulo Emílio Sales Gomes, criada em 2016 para honrar grandes nomes do cinema nacional. O diretor paulistano, de “Vidas Secas” (1963) e “Rio 40 Graus” (1955), completa 89 anos em outubro.

    Novidades na edição 50
    O ano de 2017 traz uma série de novidades para o Festival de Brasília, o mais antigo evento de cinema do Brasil. Ampliada para dez dias em vez dos tradicionais oito, a mostra pagará cachê de R$ 340 mil aos filmes selecionados.

    A 50ª edição também terá aplicativo oficial para voto no prêmio de Júri Popular (agora batizado de Prêmio Petrobras de Cinema) e Ambiente de Mercado para agentes, produtores e representantes de festivais internacionais.

    Veja a seleção oficial do 50º Festival de Brasília:

    MOSTRA COMPETITIVA

    Longas-metragens
    “Arábia” (MG), de Affonso Uchoa e João Dumans

    “Café com Canela” (BA), de Ary Rosa e Glenda Nicácio

    “Construindo Pontes” (PR), de Heloísa Passos

    “Era uma Vez Brasília” (DF), de Adirley Queirós

    “Música para Quando as Luzes se Apagam” (RS), de Ismael Cannepele

    “O Nó do Diabo” (PB), de Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abé e Jhesus Tribuzi

    “Pendular” (RJ), de Julia Murat

    “Por Trás da Linha de Escudos” (PE), de Marcelo Pedroso

    “Vazante” (SP), de Daniela Thomas

    Curtas-metragens
    “Baunilha” (PE), de Leo Tabosa

    “Carneiro de Ouro” (DF), de Dácia Ibiapina

    “Chico” (RJ), de Irmãos Carvalho

    “Inocentes” (RJ), Douglas Soares

    “Mamata” (BA), de Marcus Curvelo

    “As Melhores Noites de Veroni” (AL), de Ulisses Arthur

    “Nada” (MG), de Gabriel Martins

    “A Passagem do Cometa” (SP), de Juliana Rojas

    “O Peixe” (PE), de Jonathas de Andrade

    “Peripatético” (SP), de Jessica Queiroz

    “Tentei” (PR), de Laís Melo

    “Torre” (SP), de Nadia Mangolini

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