Um protesto contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) reuniu, neste domingo (7/4), cerca de 1 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios. Os dados são da Polícia Militar. Os manifestantes estavam com pixuleco na mão, enrolados em bandeiras do Brasil e vestidos de verde e amarelo. O grupo se reuniu por volta das 11h, mas precisou abreviar o protesto por causa da forte chuva que se aproximou ao meio-dia.
Acompanhada por sua cachorrinha Kira, a brasiliense Solange Pater Nostro participou do protesto. “Ela é patriota, sempre foi comigo às manifestações. Ela levou o Bolsonaro para dentro do Palácio do Planalto”, contou.
#PatriaAmadaBrasil #BrasilNasRuas Brasília fez bonito!!! pic.twitter.com/ZRuRwse46a
— Gizz Sousa (@GizzSousa) 7 de abril de 2019
Solange também comentou sobre a prisão do ex-presidente Lula, que completa um ano neste domingo. “Não queremos bandido solto, quem comete delitos deve ir para a cadeia. Os brasileiros estão cansados, querem justiça”, afirmou.
O ambulante Wisley José Martins, trabalhador da Feira da Torre de TV, também decidiu descer para a Esplanada. Aproveitou para vender produtos com o rosto e o nome do presidente Jair Bolsonaro. “Lá estava muito parado e decidi tentar por aqui. Esperava vender melhor, mas como teve a chuva, não foi um resultado ruim”, avaliou.
Brasilienses protestam na Esplanada contra ministros do STF

Brasilienses protestam na Esplanada contra ministros do STF
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A brasiliense Solange Pater Nostro sempre leva sua cachorrinha, Kira, para os protestos Gabriel Pereira/Metrópoles

Solange afirma que os brasileiros estão cansados e querem justiça Gabriel Pereira/Metrópoles

O feirante Wisley José Martins fechou sua banquinha na Torre de TV para tentar vender artigos verde e amarelos no protesto Gabriel Pereira/Metrópoles

A chuva, no entanto, desanimou os manifestantes e o próprio Wisley Gabriel Pereira/Metrópoles

Com direito a pixuleco e roupas verde e amarelas, o protesto reuniu cerca de 100 pessoas na Esplanada Gabriel Pereira/Metrópoles

A chuva do meio-dia espantou os manifestantes Gabriel Pereira/Metrópoles




































