Regiane Alves e Leopoldo Pacheco debatem limites do amor em espetáculo

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    Divulgação

    Quais são os limites do amor? É essa a questão tratada em “Para Tão Longo Amor”, peça escrita por Maria Adelaide do Amaral, encenada, neste sábado (10/6), em Brasília. Na trama, o editor Fernando (Leopoldo Pacheco), um homem maduro, e uma jovem poeta, Raquel (Regiane Alves), envolvem-se em um ardente caso que beira à autodestruição do casal.

    Escrita há 23 anos e vencedora do 18º Festival de Teatro de Portugal, nos anos 1990, a peça busca inspiração no universo da literatura. Entre as inspirações para a personagem Raquel, estão poetisas como Sylvia Plath, Ana Cristina César e Florbela Espanca.

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    “O Fernando tem o propósito de salvar a Raquel dela mesma, não só pelo amor que tem por ela, mas pelo amor que tem pela literatura. Ele não suporta vê-la se perder como poeta e pessoa. É também uma forma de salvar o que ele mais ama na vida, a literatura”, afirma Maria Adelaide do Amaral.

    A estética do espetáculo também traz influência do filme francês “Betty Blue” (1986) e do livro “Servidão Humana” (1915), de Somerset Maugham. Além de citações de autores como Camões, Rimbaud e Álvaro de Campos (heterônimo de Fernando Pessoa).

    “Para Tão Longo Amor”
    Sábado (10/6), às 19h e às 21h, no Teatro Royal Tulip (Setor de Hotéis de Turismo Norte, trecho 1, conjunto 1B, bloco C). Ingressos entre R$ 50 e R$ 100 à venda na Central de ingressos do Brasília Shopping (Setor Comercial Norte), na Belini (113 sul) e no site bilheteriadigital.com. Não indicado para menores de 14 anos

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