A crise econômica abriu espaço para um novo tipo de negócio no Brasil. A chamada nova economia, ou economia colaborativa, ganha lugar como uma alternativa mais barata de levar o produto ou serviço ao consumidor, e engloba diversos setores, como os de moda e artesanato, o de tecnologia e games, de cerveja e até o de agronegócios, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A tendência se repete no Distrito Federal, com um espaço cada vez maior para lojas colaborativas, espaços de coworking e o surgimento de startups. Ainda em maioria, o mercado tradicional também luta para sobreviver à recessão.
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