As audiências de custódia tornaram-se alvo de críticas de setores da sociedade que vinculam a prática à reincidência de crimes pelos acusados liberados e aumento da criminalidade. Entretanto, dados no Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) mostram que apenas 7,2% dos acusados que tiveram a prisão preventiva relaxada voltaram a ser presos em flagrante por outro crime e precisaram participar de outra audiência. O que significa que não foram mais presos pela polícia em flagrante. Leia mais notícias em Cidades Na análise do juiz Luis Martius Holanda Bezerra Júnior, coordenador do Núcleo de Audiência de Custódia (NAC), essa estatística mostra que o retorno ao crime por causa do relaxamento da prisão preventiva é um mito.
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