O Palácio do Buriti alega estar em uma sinuca de bico: ou paga, integralmente, os salários dos funcionários públicos em setembro e dá um novo calote no empresariado ou parcela as remunerações e quita parte da dívida, na faixa de R$ 800 milhões, com fornecedores e prestadores de serviço, com o intuito de prevenir a interrupção de operações. Honrar todos os compromissos seria possível apenas se mais recursos entrassem nos cofres. A decisão sobre o parcelamento será tomada na última semana do mês. Em qualquer um dos cenários, contudo, servidores da segurança estão a salvo e terão os contracheques pagos no quinto dia útil do mês, assegura a Casa Civil.
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