Crônica da Cidade: homenagem ao mestre Almir Flores

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    Ao mestre,com amor*Essa história começa nos anos 1990. Lembro bem as circunstâncias — a iminência de uma reprovação escolar —, mas não sei com exatidão o enredo. Certeza é que caí nas mãos de Almir Flores sem ter ideia da revolução que se daria dali para a frente. O professor, orientador pedagógico, psicólogo, diretor de teatro, artista plástico, artesão e guru se revelaria um dos responsáveis pelas principais mudanças e decisões que eu logo tomaria na vida, da escolha da profissão à mudança de cidade, da experiência em outro país à paixão pela história e pela arte.
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