O atendimento a pacientes da rede pública de saúde na capital federal se tornou alvo de fiscalização de dois órgãos de controle. A Controladoria-Geral da União (CGU) apontou que a Secretaria de Saúde desperdiçou 6,1 mil medicamentos de alto custo por estarem mal-acondicionados ou por terem perdido a validade. O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) destacou que, entre 2014 e 2017, o número de unidades de terapia intensiva (UTI) caiu quase 30%. Os textos destacam que falta transparência, planejamento e eficiência na gestão.
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