Com o prolongamento da estiagem no Distrito Federal e os reservatórios em estado crítico, as obras para novas captações de água tornaram-se essenciais para manter a segurança hídrica. Embora os canteiros estejam trabalhando a toque de caixa — no flutuante do Lago Paranoá, os turnos são de domingo a domingo —, os prazos de entrega não conseguem acompanhar a demanda. Toda a correria com sistemas emergenciais deve-se aos tropeços em terminar a solução mais definitiva para a crise no abastecimento do DF e no Entorno metropolitano: o sistema de Corumbá IV. Entre paralisações e recomeços, somam-se 10 anos de obra, aditivos constantes e pelo menos R$ 9 milhões em prejuízos econômicos.
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