A demanda crescente de pacientes com doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) na capital federal exige das autoridades públicas maior empenho no controle e na prevenção desses males. As falhas no atendimento dessa parcela da população, sobretudo aqueles que convivem com a Aids, reclamam da falta de investimentos no setor. Na edição desta segunda-feira(9/10), o Correio mostrou que a Secretaria de Saúde notificou mais de 29 mil novos casos de DSTs entre 2010 e 2015. Leia mais notícias em Cidades Pacientes reclamam que os exames de monitoramento de carga viral — que mede a distribuição do vírus pelo corpo — estão ocorrendo a cada quatro meses, apesar de a recomendação ser a cada dois: faltam reagentes, segundo pacientes.
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