
A mostra “Disruptiva”, do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File), abre as portasnesta quinta-feira (12/10). O evento, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), exibe obras de arte eletrônicas interativas.
São mais de 100 obras agrupadas em quatro eixos: corpo vivencial, corpo cinético, corpo virtual e corpo lúdico – cada um deles distribuídos em diferentes galerias do CCBB. “A arte eletrônica, ainda uma novidade no país, desglamourizou as obras e permitiu que o público participasse da criação artística”, explica Ricardo Barreto, um dos curadores da mostra.






Contato com o público
A interatividade é, de fato, o ponto forte da mostra. Destaque para “Physical Mind”, de Teun Vonk. Na obra, os participantes se deitam entre dois objetos infláveis, que os ergue do chão e os espreme suavemente.
Em outra, chamada de “Shrink” (do belga Lawrence Malstaf), um grande “saco” feito de dois plásticos transparentes embala uma pessoa a vácuo, deixando-a verticalmente suspensa. Uma mangueira de ar ajuda o participante a controlar a pressão, liberando-o ou prendendo-o conforme sua vontade.
Haverá também jogos, filmes de realidade virtual, imersão digital e cenários para selfies. Nesta quinta (13), Ricardo Barreto e a também curadora da mostra Paula Perissinotto realizam palestra gratuita, às 12h, no hall do CCBB.
“Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – Disruptiva”
De quinta-feira (12/10) até o dia 11 de dezembro no Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Esportivos Sul, trecho 2). Visitação de terça a domingo, das 9h às 21h. Entrada franca. Classificação indicativa livre




































