O corte no orçamento das universidades federais e em instituições de fomento à pesquisa chegou aos laboratórios da Universidade de Brasília (UnB). Pesquisas em andamento sofrem com atrasos em pagamentos de bolsas, poucos recursos e falta de material, como reagentes e equipamentos. Novas pesquisas estão estagnadas pela redução das verbas e insegurança na continuidade do repasse de dinheiro. O Programa de Iniciação Científica (Pibic) não conseguiu fazer aumentar a quantidade de bolsas oferecidas.
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