Todos os dias, a humanidade produz cerca de 2,5 quintilhões de bytes, e essa montanha de dados digitais depende tanto da memória flash para ser armazenada como, indiretamente, de silício – mas o suprimento deste componente será insuficiente para suprir a demanda em menos de duas décadas. Qual a solução? Segundo pesquisadores da Universidade Estadual Boise, guardar os dados em DNA.
Artigos Recentes
Covardia – Lutador de jiu-jítsu agride vizinha de 65 anos
Antes de agredir brutalmente mulher em elevador, autor do crime invadiu dois apartamentos de moradoras diferentes; uma delas está internada
O lutador de jiu-jítsu Lucas...
Adasa participa de jantar-debate sobre governança regulatória e autonomia das agências
A Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo (FPBC), em conjunto com o deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), promoveu, na noite de 3 de novembro, o...
Perda de peso pode frear avanço de doenças no fígado e nos rins
Os dois órgãos estão entre os mais afetados pela obesidade e costumam adoecer sem dar sinais. Estudos mostram regressão das lesões após a cirurgia...








































