Quando se discute a próxima fronteira da computação, há quem aposte nos computadores quânticos e quem acredite que o futuro está na computação neuromórfica – ambos opções aos tradicionais computadores binários (0/1) utilizados atualmente.
Para quem aposta na segunda opção, uma boa notícia: cientistas da Universidade de Groningen, nos Países Baixos, conseguiram criar elementos comparáveis a neurônios e sinapses cerebrais utilizando um metal complexo.








































