Glória Perez celebra volta de Hilda Furacão. “Cinderela no prostíbulo”

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Os assinantes do Globoplay, em especial os com mais de 30 anos,  vão poder matar duas saudades, a partir desta segunda-feira (19/7): a da minissérie Hilda Furacão, sucesso em 1998, e a de rever a atriz Ana Paula Arósio em cena. A produção chega ao catálogo do serviço de streaming global como parte do projeto de resgate dos clássicos da dramaturgia nacional.

A adaptação da obra homônima do escritor Roberto Drummond, feita por Glória Perez, com direção de Wolf Maya, também promete agradar os espectadores que vão conhecer a trama pela primeira vez. A minissérie conta a história de Hilda Gualtieri Müller (Ana Paula Arósio), bela moça da alta sociedade que desiste do casamento no dia da cerimônia e parte — ainda vestida de noiva — para zona boêmia de Belo Horizonte, tornando-se a meretriz mais disputada da capital mineira.


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Para Gloria Perez, a boa repercussão de Hilda Furacão em 1998 se deu pela excelência da história e da realização. “A paixão com que nossa equipe se dedicou fez da minissérie o sucesso que foi”, comenta.

Ao longo de 32 capítulos, Hilda Furacão desafiando as regras da moral e dos costumes da época. A obra conta ainda com Rodrigo Santoro, como o frei Maltus, jovem religioso que tenta resistir à paixão por Hilda. Além de Matheus Nachtergaele e Rosi Campos na pele dos personagens icônicos Cintura Fina e Maria Tomba Homem, respectivamente.

Apesar de se passar na década de 1960, Glória Perez garante que a história permanece atual e debatendo questões que ainda reverberam em 2021. “Hilda é um conto de fadas, uma recriação do mito da Cinderela. É uma Cinderela no prostíbulo. Uma história povoada de tipos e conflitos que, sendo demasiadamente humanos, pertencem a todas as épocas”, conclui.

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