Em 2017, Didi Taihuttu decidiu vender tudo o que ele, sua esposa e suas três filhas tinham para investir em bitcoin. Na época, cada unidade da criptomoeda custava US$ 900. O movimento valeu muito a pena, considerando que, na cotação de hoje, o ativo é avaliado em cerca de US$ 44 mil — e que, para proteger seu patrimônio, a “Família Bitcoin” esconde a maior parte de sua fortuna em cofres espalhados por quatro continentes, conta a CNBC.
De acordo com Taihuttu, dois locais na Europa, dois na Ásia, um na América do Sul e outro na Oceania se tornaram esconderijos perfeitos. “Escondi carteiras frias em vários países para nunca ter que voar muito longe se precisar acessá-las, a fim de pular fora do mercado”, explica em entrevista. Carteiras frias, a título de curiosidade, são aquelas que permanecem offline e necessitam de acesso físico para transações. Nelas, estão depositados 74% do montante da família, composto, também, por ethereum e litecoin.








































