Mais 4 hospitais, 16 Cras e 5 restaurantes comunitários no segundo mandato. É o que prevê o Relatório de Transição entregue ao governador Ibaneis Rocha pela equipe de Planejamento
O Distrito Federal deverá ganhar, nos próximos quatro anos, mais quatro hospitais públicos, duas Unidades de Prontos Atendimento (UPAs) e 17 Unidades Básicas de Saúde (UBS), além de 16 Centros de Referência de Assistência Social (Cras), 75 mil moradias populares, mais cinco restaurantes comunitários e dois campus da nova universidade distrital (UnDF). Esses são alguns dos principais projetos do Relatório de Transição>>> (confira aqui) apresentado nesta quinta-feira (8) ao governador Ibaneis Rocha pela equipe de Planejamento de Governo para o quadriênio 2023-2026.
“A transição cumpriu a sua função de analisar dentro de cada uma das áreas de governo os seus projetos para 2023-2026 e, com certeza, nós temos agora mais condições de alcançar esses objetivos. Tudo isso vai ser colocado nos relatórios, que vão ficar à disposição da sociedade, para que a gente possa ser cobrado em cada uma dessas áreas” (Governador Ibaneis Rocha)
A comissão de transição foi instituída em 1º de novembro e ocupou o espaço entre 7 de novembro e 7 de dezembro, dividida em grupos temáticos que detalharam o que será feito, quando será executado e o investimento necessário para tirar do papel as principais medidas de governo. Trabalho que contou com a colaboração da sociedade civil organizada e entidades.
Na visão do governador Ibaneis Rocha, a comissão de transição cumpriu seu papel e a gestão chega ainda mais afinada para um segundo mandato. “A transição cumpriu a sua função de analisar dentro de cada uma das áreas de governo os seus projetos para 2023-2026 e, com certeza, nós temos agora mais condições de alcançar esses objetivos. Tudo isso vai ser colocado nos relatórios, que vão ficar à disposição da sociedade, para que a gente possa ser cobrado em cada uma dessas áreas”, informou o chefe do Executivo.
Segundo o governador Ibaneis Rocha, será necessária a captação de recursos e financiamentos para a execução desses projetos. “Nós vamos ter que buscar as fontes de receita para poder colocar todos esses projetos em andamento, e sabemos onde vamos buscar os recursos, quanto que nós temos, o nosso orçamento e o quanto podemos captar de recursos fora.”
A comissão de transição definiu as ações de governo que serão adotadas no quadriênio 2023-2026
“O trabalho foi muito bem elaborado, temos uma base de ações muito forte aqui. As equipes vão se unir ainda mais. Esse prazo de 30 dias serviu para isso. Agora, vamos esmiuçar esses projetos para executá-los de acordo com as necessidades. Temos os hospitais, as UPAs [unidades de pronto atendimento], os Cras [Centros de Referência de Assistência Social] e Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social], que precisam ser executados o mais rápido possível. Na área da habitação, precisamos correr com os projetos de urbanização”, afirmou Ibaneis Rocha. (Vídeo ~~~)
A apresentação final ficou a cargo do secretário de Governo, José Humberto Pires. Ele resumiu as principais ações de cada uma das áreas de atuação e destacou o trabalho integrado das equipes no CICB.
Na saúde, por exemplo, serão construídas 17 unidades básicas de saúde (UBSs) e será implementado o serviço de telemedicina. Na educação, o governo vai apostar na ampliação das creches e na construção de dois campus para a Universidade do Distrito Federal (UnDF), um em Ceilândia e outro no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic).
O videomonitoramento em áreas urbanas e rurais é um dos compromissos da gestão, assim como a construção de 16 unidades do Cras, cinco do Creas, uma unidade de Cras Móvel e de cinco restaurantes comunitários. O DF também pretende ampliar para 100 mil o número de beneficiários do programa Prato Cheio. Na infraestrutura estão previstas obras dos BRTs Oeste e Sul, enquanto na cultura a principal meta é a reabertura do Teatro Nacional.
Balanço do governo: Ibaneis Rocha também analisou os primeiros quatro anos de mandato e disse que a reeleição é a resposta positiva da população sobre o seu trabalho. “Balanço muito positivo que foi consagrado nas urnas. Sempre coloco que a reeleição é um plebiscito onde a população avalia como foi o governo e aquilo que tem de expectativa. Assim como eu disse aos meus secretários e aos presidentes de empresa, cresce muito mais a nossa responsabilidade a partir do momento em que a população vota numa convicção, porque o que aconteceu foi exatamente isso, de que nós temos capacidade de governar. Isso aumenta a nossa responsabilidade”, finalizou.




































