“Na última assembleia, na última quarta-feira, foi rejeitada a proposta de [reajuste de] 3,9% a partir de 1º de setembro, sem retroativo, que é data-base de janeiro, e foi rejeitada e decretada que se não tivesse uma nova proposta, aí a partir de 19h30 de hoje tem a greve”, disse o secretário de imprensa do sindicato, Gilmar Rodrigues de Azevedo.
Na ocasião, o Sindicato Patronal reapresentou a proposta já rechaçada pelos trabalhadores: o reajuste salarial de 3,9% pago apenas a partir de setembro de 2026, sem levar em consideração as perdas do início do ano.
Além disso, as empresas manifestaram a intenção de assumir a gestão do plano de saúde dos trabalhadores, ponto que enfrenta forte resistência da categoria.
Caso a greve seja ratificada na noite desta terça-feira, a orientação do sindicato é de que todos os postos de serviço de segurança privada no DF paralisem as atividades.
No entanto, a categoria já autorizou a possibilidade de fechar acordos coletivos isolados. Se alguma empresa decidir negociar separadamente e aceitar as exigências dos trabalhadores, os vigilantes daquela firma específica estarão autorizados a retornar às funções.