A polêmica rejeição à emenda que previa o remanejamento a outros setores do R$ 1,2 bilhão que o Executivo economizou com a união dos fundos de contribuição após a reforma da Previdência distrital continua a causar mal-estar na Câmara Legislativa. Em uma sessão marcada por trocas de xingamentos e bate-boca, os distritais adiaram, ontem, pela segunda vez, a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2018, proposta que fixa a receita e as despesas do governo. Os parlamentares marcaram outra sessão para terça-feira, com o intuito de avaliar o projeto. Há, porém, a possibilidade de a apreciação da matéria ficar para fevereiro de 2018.
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