Laudo cadavérico confirma que aluno da UnB se defendeu para não ser morto

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    O pesquisador da Universidade de Brasília (UnB), Arlon Fernando da Silva, 29 anos, tentou se defender antes de ser morto. É o que revela o laudo cadavérico que demonstrou uma lesão na palma da mão direita. Segundo a Polícia Civil, o ferimento indica que a vítima tentou se proteger. Um dos golpes de faca atingiu a principal artéria do braço, a braquial.
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