Depois de tentar rescindir o contrato firmado com o governo e de recorrer à Justiça para pedir um novo habite-se para o empreendimento, o consórcio responsável pelo novo Centro Administrativo do Distrito Federal, em Taguatinga, resolveu apelar para uma câmara de arbitragem. As empresas Via Engenharia e Odebrecht, executoras da construção, buscarão os serviços de uma mediação externa como última alternativa para solucionar o problema, que se arrasta há quase dois anos e meio. Enquanto isso, o maior elefante branco do Distrito Federal continua fechado às margens da Avenida Elmo Serejo, sem perspectiva de ocupação. O Executivo analisa a proposta de rescisão amigável há seis meses, mas ainda não chegou a um veredito.
Artigos Recentes
PDI é destaque em encontro do Conselho de Saneamento do DF
Nesta quinta-feira (28/08) o Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) esteve no centro das discussões da 40ª Reunião Ordinária do Conselho de Saneamento...
EX-DEPUTADO LUÍS MIRANDA, COAUTOR DA LEI DA TRANSAÇÃO TRIBUTÁRIA, É EXALTADO NA CÂMARA DOS...
Nesta sexta feira , dia 29 de agosto a Câmara dos Deputados celebrou o quinto aniversário da Lei da Transação Tributária, aprovada em 2020....
Entre conquistas e desafios: especialista analisa os 15 anos da Lei da Alienação Parental
"A norma consolidou a proteção da criança contra a violência psicológica, mas precisa de protocolos claros e uso de tecnologia para evitar insegurança jurídica”Ao...