“A mesma praça, o mesmo banco, as mesmas flores e o mesmo jardim”, cantava o carioca Ronnie Von nos anos 1960, num dos clássicos da Jovem Guarda. A canção narrava uma história de amor que começava numa praça pública, enredo semelhante ao de diversos romances que aconteciam àquela época no interior de Goiás, de Minas Gerais e da região Nordeste. E quem veio desses destinos ajudar na construção de Brasília trouxe para cá também a tradição do papo de praça no finzinho da tarde. A conversa de praça passou de pai para filho durante as seis décadas da capital federal.
Artigos Recentes
Advogado que denunciou agressão em delegacia é acusado de 9 estupros
Em um dos estupros, ocorrido em 2001, o advogado teria atacado uma garota de programa, a amarrado e defecado sobre o corpo da vítima
Delegado compara pai que acionou PM por desenho de orixá a Dom Quixote
Investigação citou "convicção pessoal e imaginação exacerbada" do homem diante de atividade escolar sobre cultura afro-brasileira
Empresa reloca imóvel de abrigo à Prefeitura de SP pelo dobro do preço
MPSP questiona gestão Nunes a respeito de imóvel alugado por empresa por R$ 45 mil e relocado por R$ 105 mil para abrigo da...





















