1/10“2012” (2009). Roland Emmerich, diretor de cinema e maior fabricante de fins de mundo em Hollywood, levou o disaster movie ao extremo por meio de uma série de eventos catastróficos, de vulcões entrando em erupção a terremotos e tsunamis, ambientados em 2012, o ano que muita gente acreditou ser o último da raça humana na Terra.Columbia/Divulgação
2/10“Dredd: O Juiz do Apocalipse” (2012). Segunda adaptação do personagem dos quadrinhos, o filme se afasta bastante da versão estrelada por Sylvester Stallone em “O Juiz” (1995). Num futuro distópico violento, a polícia tem poder de julgar, sentenciar e executar as leis. É quando um agente tenta derrubar uma gangue que vende a droga SLO-MO, capaz de alterar a percepção da realidade e trazer uma inebriante sensação de câmera lenta.Lionsgate/Divulgação
3/10“Expresso do Amanhã” (2013). O mundo já acabou e os poucos sobreviventes se refugiam num trem que dá a volta ao mundo sem paradas. Um perverso sistema de classes se instala nos vagões. Primeira experiência do diretor sul-coreano Bong Joon-ho nos Estados Unidos. A segunda é “Okja”, produção original da Netflix.Divulgação
Publicidade
googletag.cmd.push(function() { googletag.display(‘PUB_CAT_PAI-300×250-G-2’); });
4/10“O Dia Depois de Amanhã” (2004). Após tentar destruir o mundo com criatura gigante (“Godzilla”, 1998) e invasão alienígena (“Independence Day”, 1996), Roland Emmerich apelou para uma tempestade em escala global que ameaça lançar o planeta em uma longa era do gelo. Fox/Divulgação
5/10“Akira” (1988). Segredos de estado, rachas envolvendo gangues de motoqueiros e a ameaça de destruição de Neo Tóquio, metrópole erguida a partir dos escombros da capital japonesa, movimentam a narrativa do clássico anime. Katsuhiro Otomo, autor do mangá original, dirige o desenho.Divulgação
6/10“Impacto Profundo” (1998). Com Morgan Freeman no papel do presidente americano, o filme descreve o caos que antecede o choque de um cometa contra a Terra por meio da incompetência das autoridades e dos inúteis planos de contingência – não há abrigos suficientes para todos e a coalizão espacial EUA-Rússia parece fadada ao fracasso. Mimi Leder, diretora do filme, voltou a lidar com traumas planetários na série “The Leftovers” (2014-2017).DreamWorks/Divulgação
7/10“Presságio” (2009). No papel de um astrofísico de luto pela morte da esposa, Nicolas Cage tenta evitar o fim do mundo ao decifrar números aleatórios escritos por uma garotinha há 50 anos. As sequências batem direitinho com desastres ocorridos nesse período e informam até o exato número de vítimas. A carta premonitória revela três datas por vir. Talvez o filme de desastre mais subestimado da última década.Summit/Divulgação
8/10“Zumbilândia” (2009). Com os EUA tomados por zumbis, um jovem estudante cria trinta regrinhas básicas para evitar os mortos-vivos – sempre dar uma olhadinha no banco de trás e jamais frequentar banheiros públicos, por exemplo. Ele se junta a um cara durão e bem armado e a duas irmãs que planejam se refugiar em um parque de diversões. Envolvido num possível “Zumbilândia 2”, o diretor Ruben Fleischer assinou dois episódios de “Santa Clarita Diet”, série da Netflix que também mistura comédia e mortos-vivos. Columbia Pictures/Divulgação
9/10“Armageddon” (1998). Michael Bay flertou com a destruição do planeta pelo menos cinco vezes em cada um dos filmes da franquia “Transformers”. Bem antes disso, o diretor seguiu um grupo de perfuradores de petróleo e geólogos contratado pela Nasa para instalar uma ogiva nuclear num asteroide em rota de colisão com a Terra. Walt Disney/Divulgação
10/10“Wall-E” (2008). No futuro, a Terra virou um lixão desabitado. Wall-E, robozinho coletor de sujeira e entulho, conhece Eva, colega a serviço de missões de reconhecimento. Os dois iniciam uma jornada espacial e romântica através da galáxia. Um dos filmes de animação mais queridos e cultuados de todos os tempos.Walt Disney/Divulgação