Se você leu o título da matéria e achou estranho que exista preocupação com relação ao tema, saiba que, apesar de timidamente, o número de bordéis que empregam robôs vem aumentando pelo mundo, assim como o de pessoas que, por uma razão ou outra acabam optando por investir milhares de dólares na companhia de androides e bonecos no lugar de humanos.
Aliás, os dispositivos estão se tornando cada dia mais complexos e realistas – e inclusive estão surgindo modelos dotados de inteligência artificial para que eles possam “aprender” mais sobre os gostos e preferências seus donos e, assim, tornar as experiências mais naturais. Mas, e o custo psicológico e moral de se ter um relacionamento com uma máquina?