DJ João Brasil fala sobre como compôs a música “Michael Douglas”

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    Divulgação

    O DJ João Brasil é dono de um dos principais hits de 2017: o hino baladeiro “Michael Douglas”. Só no YouTube são mais de 6,3 milhões de visualizações. No Spotify, os plays chegam à marca de 5,2 milhões. A música será o destaque da apresentação do carioca na Q5, no Lago Sul, nesta quarta (5/7).

    O sucesso da música pegou de surpresa o DJ. “Imaginava bombar nas pistas, festas e clubs. Mas a música transcendeu, hoje sou parado na minha academia para fazer vídeos para pais que querem mandar para seu filhos pré-adolescentes”, brinca João.

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    O nome da música brinca com o ator Michael Douglas — conhecido pelas polêmicas. Outra interpretação, mais utilizada pelos baladeiros, envolve o mundo das drogas. As iniciais do artista “MD” dão nome a um dos estimulantes mais consumidos em boates.

    João Brasil não entra em detalhes ao falar da composição da faixa. Segundo ele, a letra surgiu de uma brincadeira. “Estava tocando uma música no Sul e o povo tava gritando: ‘Nunca Mais Eu Vou Dormir’. Abaixei o som e falei no microfone: ‘Que isso, Michael Douglas’. Fui com a ideia para casa e produzi a música em uma semana”, revela.

    Ao longo da carreira, João se notabilizou pela metamorfose. O reconhecimento veio por meio de um projeto de mash-ups. Após três anos na Inglaterra, o carioca uniu o UK Garage do Disclosure com o funk, no Rio Shock. Atualmente, ele investe em uma vertente mais popular. “O pop-funk de hoje é um resgate da minha origem. São 10 anos de estrada como DJ”.

    Funk é cultura popular
    João Brasil é um dos principais defensores da música brasileira. Como DJ, já levou o funk para vários países e sempre agrega referências do estilo em suas composições. O músico é radicalmente contra a proposta que tramita no Senado prevendo a criminalização do ritmo.

    É mais um absurdo que esse Congresso surreal tenta nos empurrar goela abaixo. É uma falta de senso que me assusta muito, são tópicos que não têm nem o que se discutir. É como querer, de uma hora para outra, criminalizar o blues. Não faz o menor sentido

    João Brasil
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