Responsável pela Operação Drácon, que desvendou um esquema de liberação de sobras orçamentárias por meio de emendas parlamentares em troca de propina, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) atuará também na investigação do distrital Bispo Renato Andrade (PR). O parlamentar é réu por corrupção passiva por conta da suposta participação no conchavo, pelos crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de capitais. Segundo o inquérito, há indícios de que o deputado tentou esconder R$ 200 mil, recebidos ilegalmente, na residência de um funcionário comissionado de seu gabinete na Câmara Legislativa.A participação do Gaeco, vinculado ao Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), nas investigações deve ser oficializada nos próximos dias.
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