A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu a revogação da liminar que mantém o pagamento de salário ao promotor Leonardo Bandarra, apesar da pena de demissão imposta pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal na última terça-feira, Dodge lembrou que Bandarra “continua percebendo vencimentos e vantagens pecuniárias do cargo sem a correspondente contraprestação laboral”. O integrante do MPDFT, acusado de envolvimento no esquema da Operação Caixa de Pandora, foi demitido pelo CNMP em 2011 mas, no ano seguinte, o ministro Gilmar Mendes concedeu uma liminar permitindo que Bandarra mantivesse o salário, atualmente de R$ 33,3 mil. Leia mais notícias em Cidades O ex-procurador-geral de Justiça do DF entrou com mandado de segurança no STF contra a decisão do Conselho Nacional do Ministério Público.
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