O assassinato do pesquisador da UnB Arlon Fernando da Silva, no Eixo Monumental, na noite de quinta-feira (7/12), reabriu uma ferida ainda não cicatrizada no peito dos moradores do Plano Piloto. Ao menos desde agosto, quando uma servidora do Ministério da Cultura também foi vítima de latrocínio, na 408 Norte, os habitantes da região — outrora considerada tranquila por conta da baixa criminalidade — convivem com a sensação de insegurança.Leia as últimas notícias de CidadesA má notícia é que não é apenas uma sensação. O Plano Piloto está, de fato, mais inseguro.
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