Há cinco meses, a rotina de Esther da Silva, 11 anos, resume-se a passar parte do dia entre consultas e sessões de quimioterapia e radioterapia. Ela e o pai, Sandro Marcolino da Silva, 42, saíram de Barreiras, no interior da Bahia, para que a menina tratasse um tumor de quatro centímetros no cérebro, considerado grave. “Em Salvador, não tinha médico. Então, abandonei meu emprego de motorista e estou morando de favor na casa de uma tia dela, em Ceilândia Norte”, conta Sandro.
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