Em breve, Eliseu (Milton Gonçalves) terá a oportunidade de retribuir tudo o que a SamVita fez em benefício dele, da Freguesia do Ó e do planeta. Isso porque o velho homem dará um depoimento emocionado e emocionante para o juiz que vai julgar a continuidade ou não da intervenção de Mariacarla (Regiane Alves) na empresa idealizada por Samuca (Nicolas Prattes).
A certa altura do julgamento, quando tudo parece indicar que a advogada megera vai continuar à frente da SamVita – apesar de Livaldo (Nelson Freitas) ter desistido da ação contra Samuca pelo adubo Vitae –, Vanda (Lucy Ramos) inesperadamente pede o testemunho de alguém que vive na Freguesia do Ó e pode dizer o quanto a empresa tem sido importante para a região. Então, chama Eliseu.
Betina (Cleo) e a própria Mariacarla se incomodam com a presença do homem, que é grande amigo de Dom Sabino (Edson Celulari). Então, assim que é autorizado a falar, Eliseu começa a emocionar a todos com suas palavras. De forma convincente, ele explica a importância da SamVita, que gerou oportunidades para todos – independentemente de gênero, raça, religião ou condição social – e grandes mudanças para a região, valorizando a sustentabilidade e o meio ambiente. Assim, apesar de ser
um homem de pouca instrução, Eliseu afirma que já viu o bastante na vida para ter certeza de que a empresa é um sonho que precisa ser mantido.
Tocado pelas palavras de Eliseu, o juiz toma sua decisão. Quando a expectativa atinge seu ponto máximo, ele dá ganho de causa a Samuca, que volta a comandar a SamVita, recuperando-a das mãos de Mariacarla, que reage indignada.

































