Todos os dias, a humanidade produz cerca de 2,5 quintilhões de bytes, e essa montanha de dados digitais depende tanto da memória flash para ser armazenada como, indiretamente, de silício – mas o suprimento deste componente será insuficiente para suprir a demanda em menos de duas décadas. Qual a solução? Segundo pesquisadores da Universidade Estadual Boise, guardar os dados em DNA.
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