Fim de Carnaval. Despede-se o folião, com o Rei Momo aliando-se àquele eterno Pierrot Apaixonado, ainda sob os ecos da comemoração da passagem do Ano Novo. Feliz 2026.
E já abrindo o mês de março, as surpresas acontecem — algumas delas, previsíveis. Entre elas, as enchentes anunciadas com as primeiras chuvas, abrindo os noticiários e dividindo as telinhas.
Do outro lado do mundo, novos conflitos armados no Oriente Médio passam a ocupar o mesmo espaço das manchetes. O Irã sendo bombardeado em ações coordenadas pelos Estados Unidos e Israel Informações iniciais indicam ofensivas atingindo vinte e quatro províncias iranianas, com saldo anunciado, naquele momento, de cerca de 200 óbitos e aproximadamente mil feridos.
Noticiários focando naquele cenário devastador, enquanto câmeras e canetas, já em ambientes domésticos, voltam o foco para nosso País, lembrando que o Congresso Nacional tem a responsabilidade e a competência de construir barreiras que impeçam fraudes em quaisquer órgãos dos governos federal, estadual ou municipal.
Como diz o velho bordão:
“Vale o que está escrito.”
E o nosso Congresso, mais uma vez, dividindo as telinhas com os chamados escândalos — devidamente sacramentados — a exemplo da “CPMI do INSS”, registrada com bate-bocas, empurrões e agressões** entre aqueles engravatados de plantão.
Volta à cena o empresário Fábio Luís Lula da Silva, também conhecido como Lulinha, citado a pedido da Polícia Federal, em procedimento que se encontra protegido por sigilo judicial.
Novas cenas de pugilato político registradas para o deleite daqueles que patrocinam tais embates por meio dos cobiçados votos anunciados pelas urnas — que, em breve, estarão novamente à disposição do grande público patrocinador do próximo evento.
E, no centro das atrações, Brasília, a conhecida “Praça dos Poderosos”.
Enquanto isso…
Ensaios fotográficos de um Chefe de Estado, em meio à tragédia marcada por escombros provocados pelas chuvas em terras tupiniquins, iniciam o mês de março já sob o impacto da guerra no Oriente Médio, pressionando mercados e elevando os preços do diesel e da gasolina, sem previsão clara de até onde tais ônus permanecerão em pauta.
Tudo isso, claro, para o “deleite” da torcida, empunhando a sua Bandeira Branca.
E ainda em tom otimista, somos alertados por um dado curioso: o Distrito Federal registrou, em 2025, o maior rendimento domiciliar per capita do Brasil, segundo dados divulgados recentemente pelo IBGE, mantendo o DF na liderança em relação às demais unidades da Federação.
E a torcida continua…
A. L. Wright S.

































