Autoridade parlamentar: A montanha pariu um rato

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A autoridade parlamentar, deputado Chico Vigilante, tem discursado com bravatas e direcionado ataques a comunicadores com palavras de baixo calão, embora os mesmos blogueiros divulguem ações e projetos que beneficiam a população — inclusive propostas de sua própria autoria. Vale lembrar que pau de Francisco bate em Chico.

 

Por Josiel Ferreira

O deputado distrital Chico Vigilante voltou ao centro de uma polêmica após subir à tribuna com um discurso marcado por ataques e palavras de baixo calão direcionadas a profissionais da comunicação.

A crítica do parlamentar atinge blogs e veículos independentes que divulgam diariamente as ações dos deputados distritais sem distinção partidária, mantendo isenção e autonomia editorial. Para esses comunicadores, o discurso adotado na tribuna extrapola o campo do debate político e avança para a desqualificação pessoal.

No centro da controvérsia está também o chamado caso envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB), episódio que ganhou repercussão nos bastidores do poder. O tema, que alcançou os corredores dos palácios, envolve disputas financeiras e articulações de alto nível.

Recentemente, o ministro Ricardo Lewandowski foi citado em documentos obtidos pela Polícia Federal em investigação que resultou em sua exoneração para atuar na iniciativa privada, à frente de um escritório de advocacia com trânsito nos principais tribunais do país.

Outro nome que aparece nesse contexto é o do empresário Daniel Vorcaro, apontado como figura influente nos bastidores do sistema financeiro e político. Acusações, adjetivações e narrativas envolvendo seu nome circulam em meio ao embate público, ampliando o ambiente de tensão.

O escândalo também menciona o banqueiro André Esteves, cuja movimentação no mercado financeiro teria incluído tentativa de aquisição do Banco Master, acompanhada de auditoria que revelou mecanismos internos utilizados na instituição. As revelações ampliaram a dimensão do caso e reforçaram a disputa entre grupos econômicos com forte influência nacional.

Enquanto isso, o debate na CLDF gira em torno de um projeto de lei que, segundo defensores, pode assegurar estabilidade a cerca de 4.500 servidores vinculados ao BRB. A divergência política sobre a proposta expôs ainda mais os ânimos.

O ponto mais sensível, contudo, permanece no campo institucional: ao optar por atacar blogueiros e comunicadores com termos pejorativos, o deputado evita direcionar críticas de igual teor a outros parlamentares ou agentes políticos diretamente envolvidos nas decisões estruturais. A postura levanta questionamentos sobre seletividade no discurso.

Fica a indagação que ecoa nos corredores políticos: por que o parlamentar escolhe alvejar trabalhadores da comunicação, mas não adota o mesmo tom diante de seus pares? Medo, receio, protecionismo ou parceria velada?

Em meio ao embate, permanece a necessidade de que o debate público retome o campo das ideias, com respeito às instituições, à imprensa e à própria democracia.

Autoridade parlamentar sofre amnésia — do assassinato de prefeitos petistas às grandes engrenagens de corrupção reveladas pelo Mensalão e pela Lava Jato, passando pelo aparelhamento institucional, desvios bilionários e reincidência política, o roteiro petista se repete com impressionante regularidade.

Os verdadeiros picaretas estão soltos, aparelhados e protegidos pela máquina pública, que é sustentada com o suor do trabalhador, que é enganado e ludibriado, enquanto aqueles que se dizem representantes usam o poder para negociar, aparelhar e beneficiar amigos e familiares.

E outros escândalos petistas ainda estão na memória do povo. A verdade é que estão todos juntos e misturados.

Fonte: Tudo ok noticias

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