Em seis anos, denúncias de racismo cresceram mais de 1000% no DF

    0
    207
     “Meu apelido de infância era ‘picolé de kichute’. Na escola, me chamavam de ‘Carolina Saravá’, em referência à religião praticada pela minha família. Além de  neguinha, umbandista e macaca”, diz a psicóloga Carolina Saraiva, 34 anos. Ela faz parte de uma parcela da população que sofre preconceito diariamente por causa da cor da pele.
    Artigo anteriorRacismo: pesquisadores acreditam que vítimas têm denunciado mais
    Próximo artigoEspecialistas dão dicas para consumidores se protegerem da venda casada

    Deixe uma resposta