“Meu apelido de infância era ‘picolé de kichute’. Na escola, me chamavam de ‘Carolina Saravá’, em referência à religião praticada pela minha família. Além de neguinha, umbandista e macaca”, diz a psicóloga Carolina Saraiva, 34 anos. Ela faz parte de uma parcela da população que sofre preconceito diariamente por causa da cor da pele.
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