Os muros das unidades prisionais não barram doenças. Aquelas que são infectocontagiosas se espalham pelas celas, contaminam servidores e ameaçam até mesmo a cidade. Os livros de medicina que tratam da saúde da população carcerária são taxativos: a vigilância é essencial. Entretanto, na capital federal, 47% dos presos não são atendidos por médicos.
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