“Zip, zap, zup…” Não mais do que essas três palavras são necessárias para que a contadora de histórias e futura pedagoga Verônica da Silva consiga a atenção dos alunos. As crianças, sentadas em carteiras dispostas de modo enfileirado por toda a sala, mudam para um estado de silêncio quase que absoluto. Os olhares, ansiosos e imaginativos, voltam-se para um mesmo ponto: a frente da classe. O motivo? A história que está prestes a começar.
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