Homem é preso após manter mulher em cativeiro por 10 dias sob efeito de álcool e medicamentos

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Vítima de 33 anos era estuprada, agredida e mantida em cárcere privado por um homem de 65, em uma casa no Condomínio Privê, em Ceilândia

O suspeito de manter por mais de 10 dias em cárcere privado uma mulher de 33 anos deu álcool e remédios para a vítima durante o período. O autor deixava a vítima na casa dele, na Rua 6 do Condomínio Privê, em Ceilândia (DF), em condições insalubres.

Saiba quem é o homem que dopou mulher por 10 dias em cativeiro no DF

Entenda o caso

  • A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) salvou a vítima e prendeu o suspeito na tarde dessa quinta-feira (5/2).
  • Segundo a corporação, a mulher conseguiu fugir do cárcere e pedir apoio a populares na rua. Os transeuntes viram uma viatura da PMDF e pediram socorro.
  • Os militares foram à casa do autor e presenciaram o local tomado por entulho. O suspeito, identificado como Ilvando Fernandes da Silva, tem 65 anos e é catador de lixo.
  • Aos policiais ele afirmou que a mulher estava no local por vontade própria e que ela ficou ali durante cinco dias. Já a vítima declarou que o autor era agressivo e aparentava ter transtornos mentais.
  • O suspeito foi preso em flagrante e levado à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) II, em Ceilândia.
  • Álcool e remédio

    A vítima era dada como desaparecida desde 24 de janeiro. Na ocasião, segundo familiares, ela saiu de casa, no Setor O, em Ceilândia, para buscar a carteira de identidade dela que havia ficado pronta. Ela não voltou para casa, e parentes decidiram registrar um boletim de ocorrência.

  • A mulher estava encarcerada na casa de Ilvando, sofrendo abusos sexuais, agressões físicas e ameaças. Em depoimento à Polícia Civil do DF (PCDF), o autor mencionou que dava remédios e álcool à vítima, mas negou que a agrediu ou que impediu a saída dela da residência.

    Na casa de Ilvando, policiais militares encontraram uma espingarda, munições deflagradas e três facas. O material também foi levado à Deam II, que investiga o caso.

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